A morte de parte do músculo cardíaco decorrente do entupimento de uma artéria coronária, denominado de infarto agudo do miocárdio, ocorre em pessoas susceptíveis ao desenvolvimento da aterosclerose e/ou da trombose coronariana. E como detectar este risco? Este risco estará presente caso você possua um ou mais dos chamados fatores de risco: histórico familiar (predisposição genética, o único não modificável), tabagismo, diabetes, hipertensão arterial, estresse emocional e ansiedade, aumento do colesterol e/ou triglicérides, obesidade, sobrepeso e sedentarismo. O acúmulo de dois ou mais tipos de riscos aumenta mais a chance de ocorrência de infarto.

Estes são os principais fatores de risco que contribuem para aumentar a probabilidade de ataques no coração. A maioria deles pode ser controlada ou mesmo evitada por qualquer pessoa. O importante é diminuir a quantidade de riscos que nosso organismo pode sofrer.

A maneira mais eficiente de se evitar doenças cardiovasculares é a prevenção por meio de monitoramento frequente dos elementos caracterizados como riscos. Vale ressaltar que o cuidado com a saúde não deve ser tido apenas para que um infarto seja evitado, mas sim para manter o bom funcionamento do organismo como um todo.

Histórico familiar: indivíduos de famílias com casos de doenças cardiovasculares estão, inevitavelmente, no grupo de alerta da saúde do coração. Familiares mais próximos como pais, tios e avós, que já sofreram infartos, evidenciam a necessidade de precaver-se contra a doença, reduzindo a probabilidade de ocorrência, por meio de cuidados com a saúde.

Histórico de infarto anterior: evidentemente, quem já teve um infarto precisa de atenção redobrada, pois o organismo já sinalizou que existe probabilidade de disfunções cardíacas acontecerem novamente.